Existe uma máxima no âmbito futebolístico que diz que " o erro de um time é já entrar no campo derrotado, ou achando que o jogo tá ganho e não competir". Isso particularmente vem ocorrendo nos últimos dias nos corredores da princesa do sertão, uma narrativa um tanto apocalíptica do cenário político de Caxias, que ecoa na boca do grupo de oposição com o possível julgamento da candidatura do atual prefeito Gentil Neto.
O que chama atenção da narrativa construída por parte da oposição no que tange essa matéria jurídica, é a convicção dos pseudos- juristas oposicionistas em bater o martelo na certeza de que GN já seria carta fora do baralho e que novas eleições já estariam as portas, assertiva essa que precisa ser analisado sem os devidos emocionalismo que a essência política desperta nos seus adeptos
Criar um sentimento de caos e desordem, é uma das principais dimensões de grupos oposicionistas, sobre tudo, quando o intuito é sentar na cadeira da viúva. Na prática a principal razão nunca é o povo, ou pelo povo e sim a vontade de se lambuzar com o poder um dia perdido.
O fato é que, as realidades discutidas em grupos de whatsapp ou nas rodas das esquinas, servem apenas para alimentar o ego político de quem torce, pois na prática o jogo tem sempre dois tempos e vem recheado de surpresas.
Se me fosse permitido dá um conselho gratuito para aqueles que são operadores do caos, diriam terem um pouco de serenidade e calma, pois a última vez que contaram com a vitória antes do jogo ser finalizado já sabem como foi o resultado.
