O Neo- Téocracismo que tenta- se consolidar no Brasil é tão nocivo quanto o ideário fascista ou imperialista que vigoravam em contextos e épocas anteriores no mundo. O discurso messiânico salvífico inserido no contexto político nos últimos dias, vem se consolidado como uma narrativa que na essência está recheada de hipocrisia.
Os palanques eleitorais e as manifestações que tem sido propagados no meios de comunicação, tem se confundindo com os púlpitos evangélicos ou católicos, na mensagem que tem a finalidade primordial de animar a militância
Instrumentalizar a fé, com o intuito de ganhar bônus eleitoral parece não ser muito saudável para uma sociedade democrática. A escolha de profissão de fé individual não pode ser confundido em hipótese alguma com a inserção de uma estrutura social predominante teocentrica
O salvador da pátria agora parece ser André Mendonça, ministro do STF, que diga- se passagem assumiu de vez a bandeira bolsonarista nas eleições 2026 e desponta como amuleto de bibelô nos altares da direita.
Figuras como Flávio Bolsonaro, Nicolas Ferreira, evoca nos palanques o nome de Deus, mais na prática estão com acordos promiscuo com banco Master. Vivemos tempos estranhos, onde a irracionalidade chega a se confundir com a ingenuidade de alguns e transforma muitos em meros reprodutores das narrativas construídas
